Condomínio com cara de brinquedo

Coletivo inglês une estilos em projeto lúdico

 

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Uma casa em cima de um prédio em cima de um chalé com cara de castelo no meio. Parece de brinquedo ou uma espécie de jogo de encaixes, mas o edifício acima abriga 82 apartamentos e tem uma estrutura complexa que não é brincadeira. A construção, chamada Community in a Cube – CIAC, fica na cidade britânica de Middlesbrough e foi desenvolvida em 2012 pelo coletivo de design de arquitetura londrino FAT – Fashion Architecture Taste.

O CIAC tem um aspecto lúdico, mas história nem tanto. O projeto começou a ser concebido em 2004 pelo aquiteto Will Alsop como parte de um plano diretor de obras para a região das antigas docas da cidade. A crise na economia paralisou os outros projetos que giravam em torno da ideia, e, hoje, o CIAC é a única parte concreta.

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O prédio de nove andares engloba três níveis de estilos diferentes. No térreo, há um chalé de vigas de madeira que deve se tornar um pub para a comunidade local. Junto dele, uma fileira de lojas que servem de base para o segundo nível, formado pelo bloco de apartamentos. Por último, há duas casas tradicionalmente inglesas no topo da construção. Destoam de todo o resto do projeto, são como a cereja do bolo.

Os arquitetos usaram vários tipos de materiais para deixar o edifício com um apecto pitoresco e conseguir criar diferentes tipologias de construção. O exterior, por exemplo, é revestido por tijolos arroxeados, enquanto o interior recebe vigas de madeira decoradas com faixas pretas. A fachada interna principal, também de madeira, recebeu perfurações triangulares, circulares e quadradas, que funcionam como janelas. No lado oposto – as costas do prédio –, a parede foi adornada com estampas geométricas em rosa, verde, azul, cinza e branco. De cada ponto que se olha, parece uma construção diferente.

Mesmo sendo tão peculiar em relação à paisagem ao seu redor, o edifício tem uma ligação com o “mundo exterior”. A circulação liga o jardim interno a uma praça, encorajando a interação entre os espaços privado e público. De acordo com Sean Griffiths, um dos diretores do FAT, a ideia era mesmo que o projeto se tornasse uma espécie de aldeia urbana. Uma comunidade cuja identidade estaria refletida em elementos arquitetônicos díspares unidos, num contexto que, à primeira vista, parece não fazer sentido.

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100 designers, 100 carrinhos de madeira

Brinquedo ganha releitura de renomados autores

 

“My First Car” (“meu primeiro carro”), de Werner Aissinlinger (Foto: Divulgação)Meu Primeiro Carro, de Werner Aissinlinger

Um dos mais tradicionais brinquedos de todos os tempos, o carrinho de madeira acaba de passar por uma completa reinvenção. Ou melhor, por cem completas reinvenções. A fábrica italiana de brinquedos TobeUs convidou nada menos do que cem renomados designers de todo o mundo para darem a sua interpretação particular deste ícone do universo infantil. O resultado pode ser conferido na exposição 100 x 100 TobeUs, em cartaz no Museu Nacional de Ciência e Tecnologia da cidade.

Durável e dinâmico, o clássico objeto pode ser considerado praticamente uma tela em branco, em que crianças projetavam suas imaginações (automotivas ou não). Para os criativos convidados, não foi diferente. O projeto nasceu de uma ideia do designer italiano Matteo Ragni, que, em dado momento, se viu frustrado com brinquedos que entretêm seus filhos apenas por algumas horas, já que requerem pilhas. Ele então pensou em retornar a um brinquedo simples e universal, sem deixar de lado a beleza e a contemporaneidade de linhas e formas de design.

Ragni optou por fazer os carrinhos de madeira de cedro e chamou colegas de profissão para criarem, cada um, seu modelo ideal. Alguns autores escolheram desenhos clássicos, outros usaram e abusaram de formas e ideias lúdicas, inspirados em ambulâncias, carros de corrida, tubarões, cavalos a galope, árvores, quebra-cabeças e até uma torradeira que guarda pães de verdade. Outros são apenas interpretações de carrinhos de brinquedos padrões, como caminhões e automóveis comuns, mas carregam também a marca registrada de quem os assina.

“Three, Two, One” (“três, dois, um”), de Barber Osgerby (Foto: Divulgação)Três, Dois, Um, de BarberOsgerby
“Sem Título”, dos irmãos brasileiros Fernando e Humberto Campana (Foto: Divulgação)Sem Título, dos irmãos Fernando e Humberto Campana
“A Ambulância”, de Rodolfo Dordoni (Foto: Divulgação)A Ambulância, de Rodolfo Dordoni
“Beetle Face Puzzle”, de Jaime Haydon (Foto: Divulgação)Quebra-cabeça com cara de besouro, de Jaime Hayon
“Doc”, de Luca Nichetto (Foto: Divulgação)Doc, de Luca Nichetto
“Trojan Mustang”, de Fabio Novembre (Foto: Divulgação)Trojan Mustang, de Fabio Novembre
“Journey of a Cedar” (“viagem de um cedar”, de Marcel Wanders (Foto: Divulgação)Viagem de um Cedro, de Marcel Wanders
“Gostaria de uma fatia de pão”, de Tomoko Azumi (Foto: Divulgação)Gostaria de uma Fatia de Pão, de Tomoko Azumi
“Gostaria de uma fatia de pão”, de Tomoko Azumi (Foto: Divulgação)

A nova vida (animal) dos móveis velhos

Artista transforma peças descartadas em escultura

 

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Sabe aquela cadeira velha que você tinha em casa? Ou aquela peça de madeira querida que já perdeu a finalidade e foi parar no lixo? Pois entregue-as ao artista francês Marc Sparfel, e ele dará um novo uso aos móveis que ninguém quer mais. Garimpando aqui e ali, Sparfel encontra itens de mobiliário abandonados e, deles, faz improváveis esculturas em forma de touro, boi, elefante, girafa, leão e outros animais.

O artista reaproveita desde roupeiros velhos de madeira até peças de ferro e chapéus, que ele vai encontrando pelas ruas e levando a sua oficina. Ali, dá vida a tudo o que foi descartado, criando uma selva de peças que depois vão ser expostas em galerias europeias.

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Berlim verá o melhor do design brasileiro

Exposição reúne clássicos do desenho nacional

 

Cadeira de balanço Astúrias, 2002, de Carlos Motta (Foto: divulgação)Cadeira de balanço Astúrias, 2002, de Carlos Motta (Foto: divulgação)

As linhas curvas e a identidade tropical são características facilmente associadas à arquitetura brasileira no exterior. Agora é a vez do design nacional – e seu perfil igualmente singular – começar a ser reconhecido no cenário internacional.

E essa é a missão da exposição Brazilian Design: Modern & Contemporary Furniture, que será apresentada em Berlim a partir do dia 23 de março.

A mostra reúne cerca de 60 móveis e objetos emblemáticos da produção nacional dos últimos 80 anos.

Além das peças – a maioria proveniente de coleções particulares -, haverá a exibição de vídeos criados especialmente para a mostra sobre o Brasil e a história do design feito aqui.

Cadeira Oscar, 1956, de Sergio Rodrigues (Foto: divulgação)Cadeira Oscar, 1956, de Sergio Rodrigues 

Dos modernistas, estão incluída peças essenciais de Sergio Rodrigues, Joaquim Tenreiro, Jorge Zalszupin, José Zanine Caldas, Lina Bo Bardi, Paulo Mendes da Rocha e Oscar Niemeyer.

E entre os contemporâneos, comparecem Rodrigo Almeida, Irmãos Campana, Brunno Jahara, Sergio Matos, Carlos Motta, Ovo, Maneco Quinderé e Domingos Tótora, além de Zanini de Zanine, responsável pela curadoria da exposição junto de Luciana Nemer Wiegmann.

“O design moderno brasileiro tem mais de 50 anos de história. Escolas de design estão presentes em qualquer cidade importante do país, designers brasileiros estão entre os mais premiados do mundo, mas o reconhecimento da mídia internacional ainda é pequeno”, acrescenta Nora Schmidt, crítica de arquitetura e design que também participou da criação da exposição.

Brazilian Design: Modern & Contemporary Furniture
Local: Design Galerie Zeitlos – Berlin
Endereço: Kantstrasse, 17 10623 – Berlim
Data: 23 março a 05 de maio
Horário: segunda a sábado, das 10h às 19h
Entrada franca

Cadeira, 1978, de Oscar Niemeyer (Foto: divulgação)Cadeira, 1978, de Oscar Niemeyer 

 

Banquetas, 1961, Joaquim Tenreiro (Foto: divulgação)Banquetas, 1961, Joaquim Tenreiro 

 

Cadeira Africa, 2006, de Rodrigo Almeida (Foto: divulgação)Cadeira Africa, 2006, de Rodrigo Almeida 

 

Mesa Água, 2008, de Domingos Tótora (Foto: divulgação)Mesa Água, 2008, de Domingos Tótora 

 

Cadeira de três pés, 1946, Joaquim Tenreiro (Foto: divulgação)Cadeira de três pés, 1946, Joaquim Tenreiro 

 

Luminária Itaipava, 2010, Maneco Quinderé (Foto: divulgação)Luminária Itaipava, 2010, Maneco Quinderé 

 

Mesa Ciranda, 2000, Ovo (Foto: divulgação)Mesa Ciranda, 2000, Ovo 

 

 

Cadeira Balão, 2011, Sergio Matos (Foto: divulgação)Cadeira Balão, 2011, Sergio Matos 

 

Banco Ipê, 2009, Zanini de Zanine (Foto: divulgação)Banco Ipê, 2009, Zanini de Zanine 

 

Cadeira Moeda, 2010, de Zanini de Zanine (Foto: divulgação)Cadeira Moeda, 2010, de Zanini de Zanine 

 

Prateleira Pássaros, 2008, de Zanini de Zanine (Foto: divulgação)

 

O restaurante que enganou o tempo

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Nem tudo o que é bom dura pouco. O restaurante Radio Royaal, na cidade de Eindhoven, no sul da Holanda, é prova disso. Criado com caráter temporário para a Semana Holandesa de Design de 2011, o estabelecimento resiste em seu posto até hoje. Parte do êxito se deve aos pratos sazonais franceses e alemães servidos ali, mas é impossível negar que a decoração e arquitetura superam o cardápio como chamariz de público.

Pé-direito alto, teto envidraçado, vigas de ferro, paredes descascadas e maquinário exposto. Os elementos industriais não escondem que aqueles 14 mil m² nem sempre abrigaram chefs e famintos. No passado, o espaço foi uma usina distribuidora de energia da Philips. Hoje, esses elementos remanescentes criam um contraste interessante com a decoração vintage escolhida. Há ali mesas escolares, sofás de couro, TVs antigas e o clássico chão quadriculado – tudo com ares de anos 1950.

A composição é assinada pelos fundadores Niels Wouter, Bart Gardenier e Stella Birsakhanno, que desistiram da ideia inicial de contratar um arquiteto para restaurar a usina. Ainda bem! Foi também deles a sacada de criar uma cozinha aberta, transparente, que pode ser observada pelo público – um dos grandes atrativos. Com seis mãos postas à massa, o resultado é um espaço gastronômico o mais autêntico possível.

  (Foto: reprodução)

 

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A arte de reinventar e redecorar

  (Foto: Nicolas Mazzanti)

Por duas vezes, a decoração deste apartamento, localizado no bairro de Bosques, na Cidade do México, recaiu nas mãos de Juan Carretero. Num primeiro momento, residiu ali sua própria irmã há oito anos. Atualmente, a morada é de uma artista de dupla residência – ela se divide entre este lar e Barcelona. Aquilo que fora um apartamento de dois dormitórios se transformou num estúdio moderno com sala de TV. Além disso, todo o clima decorativo do local foi reeditado. Os ares femininos e pueris de outrora deram espaço à elegância discreta e madura que caracteriza a nova residente. Carretero abusou das cores e texturas, além de certas artimanhas que relativizam a escala. Ele novamente deixou sua marca.

A arte e o étnico são o tema principal. Assim que as portas do elevador se abrem, vê-se um antigo baú coreano e duas estátuas conhecidas como Foo Dog. Outros móveis com origem notadamente asiática estão presentes na decoração, bem como um distinto piano de cauda Steinway que ainda expõe sua natureza amadeirada sob a resina. São tantos os quadros colecionados pela moradora que muitos deles ainda se apoiam uns sobre os outros e, por fim, sobre a parede, sem um local final onde se expor. Na estante do estar, no patamar mais alto, estão organizados os diversos vasos de porcelana portuguesa, branca com desenhos azuis, que acabam por configurar uma pequena mostra contida em si mesma.

Os assentos da área comum rodeiam a mesa de centro desenhada pelo arquiteto – composta por três círculos dourados sobrepostos. As cadeiras da Ebanista acompanham a temática, com seu acabamento de ouro velho. No mobiliário desta parte da casa, há um belo jogo de claros e escuros. Há também a mistura do velho e do novo. Próximos da parede, um aparador acrílico e um antigo baú verde e dourado se complementam. Acima deste conjunto, um curioso quadro de fundo laranja deixa claro que há, neste lar, uma pulsante veia artística. O arquiteto, com maestria, equilibrou todas as excentricidades da moradora.

Na sala de TV, sobre o sofá amarelo, repousa um quadro de Jorge Sanchez. O tapete alegre é tibetano, compondo a mística oriental com as três estátuas de samurais que ficam sobre a bancada de trabalho, sob a janela. O apartamento é rico em referências, mas permanece sóbrio. De todos os cômodos, o quarto é o mais intocado em termos de peças que foram migradas México adentro e apartamento afora. Ali não há estampas subindo pelas paredes ou estatuetas que ajudam a popular o lar. Há apenas uma paleta simples, terrosa, de cores sólidas. Enquanto o apartamento é uma viagem pelo mundo, o dormitório da artista é o refúgio onde ela viaja para dentro de si.

  (Foto: Nicolas Mazzanti)

 

  (Foto: Nicolas Mazzanti)

 

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  (Foto: Nicolas Mazzanti)

Garimpo: 4 clássicos revisitados

Marcas relembram ícones em modelos especiais

 

 
 
  (Foto: divulgação)

Poltrona Via Dezza, Por Gio Ponti

A marca italiana Molteni&C apresentou no último Salão do Móvel de Milão uma série de móveis originalmente desenhados pelo mestre do design italiano Gio Ponti (1981-1979) para sua própria residência, na via Dezza, Milão, ao longo dos anos 1950. A coleção é composta por cadeira, mesa de centro, aparador, tapete, estante e uma poltrona. Esta, desenhada em 1953, ficava na sala de estar do designer e desperta a atenção pela forte angulação e a combinação do couro em branco e azul com a estrutura tubular metálica e o acabamento de latão. A poltrona conta, ainda, com uma edição limitada de duas opções de acabamento com tecidos desenhados pelo próprio Ponti nos anos 1930 para a empresa italiana Rubelli, que assumiu também a produção desta reedição especial. A Molteni&C é representada no Brasil pela Montenapoleone.
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Cabideiro Matégot, Por Mathieu Matégot

O designer Mathieu Matégot (1910-2001) cresceu na Hungria e se mudou para Paris no início dos anos 1930. Permaneceu ali até o início da Segunda Guerra, quando se juntou ao exército e foi capturado, sendo libertado pelos alemães em 1944. Apenas após retornar à capital francesa, começou a criar suas famosas peças com tubos e chapas de aço flexível perfurado – uma técnica descoberta durante o cativeiro –, que logo se transformariam em ícones do design moderno. Entre as criações de Mathieu ao longo da década de 1950, está o cabideiro Matégot, 38 x 34 x 20 cm, todo de latão. O acessório, cujos braços receberam pintura eletrostática colorida, foi reeditado pela companhia dinamarquesa Gubi, que pretende lançar até o final de novembro uma edição especial, com as hastes em preto. Em São Paulo, esta e outras peças da marca podem ser encontradas na loja Scandinavia Designs.
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Escrivaninha Tanis, Por Pierre Paulin

O francês Pierre Paulin (1927-2009), autor de grandes clássicos do design da segunda metade do século 20, como a poltrona Tulipa, foi um dos responsáveis por transmitir ao grande público o estilo de vida moderno, com peças ergonômicas e desenho simples. Em 1953, o designer começou uma parceria com a tradicional Thonet e criou uma série de móveis de escritório, como a escrivaninha CM 141, reeditada em 2008 pela também francesa Ligne Roset sob o nome de Tanis. O design original foi respeitado ao máximo – apenas mudanças nos materiais foram feitas para melhorar o desempenho do móvel de 1,30 x 0,74 x 0,60 m. A superfície de escrita passou a ser de Corian® preto ou laminado fosco, os pés são de aço tubular laqueado e as gavetas receberam acabamento de nogueira. A peça pode ser encomendada à verk!, representante oficial da Ligne Roset no Brasil.
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Luminária Visionnaire, Por Jean Puiforcat

A marca francesa Puiforcat, especializada em prataria de alta qualidade e pertencente ao grupo Hermès, reeditou no início de 2012 a icônica luminária Visionnaire, criada em 1925 por um dos membros da tradicional família, o escultor e designer Jean Puiforcat (1897-1945). Considerado um dos grandes nomes do movimento art déco em Paris, o designer se baseava no estudo de formas geométricas para a criação de peças funcionais, principalmente talheres e outros acessórios de mesa. A peça é produzida à mão com prata de lei, pesa 2 kg e mede 28,50 x 14 cm de diâm. Nesta releitura, sofreu pequenas atualizações: ganhou um interruptor eletrônico e luz de LED, mantendo intacta sua estrutura octogonal e cúpula cilíndrica. O difusor, de ônix branco, também foi preservado. A Visionnaire está à venda nas lojas da marca em Paris, Berlim, Londres e Nova York.

 

Fonte: Casa Vougue